Apenas o começo da mudança

Septiembre 17, 2009

El sábado 29 de agosto, durante todo el día, más de 400 voluntarios de Um Teto para meu País – Brasil tomaron las calles de São Paulo, la ciudad más grande del país. Esta fue la primera gran colecta realizada por la organización, que nos ayudó a mostrar nuestro trabajo a toda la sociedad y los jóvenes que están en este proyecto, además de invitar a todos a colaborar con nuestra causa.

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La actividad dio prueba que hay muchos brasileños que quieren un país más justo y que nos ayudaron a sobrepasar la meta de recaudación y juntar R$ 39.000,00 que serán utilizados en la construcción de 10 viviendas de emergencia. Este fue el cierre de la primera campaña institucional de Um Teto para meu País, que comenzó el 1° de agosto con un gran evento en la “Cas das Rosas”, un caserón antiguo en uno de los puntos más conocidos de la ciudad: la Avenida Paulista.

Ese día, los voluntarios de UTPMP construyeron una casa de emergencia en el local, además de armar una intervención artística en una exposición de fotos (que emocionó a todos los visitantes), una proyección de imágenes del proyecto en la calle y un debate. “Creo que alcanzamos mucho más visibilidad ahora. Eso hace con que crezca nuestra posibilidad de crecimiento en un país que tanto necesita de un trabajo como lo que hacemos”, comentó Larissa Dantas, Directora Social de UTPMP.

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Además de todas estas actividades, hubo mucha presencia del “Teto” en los medios. La campaña repercutió en una de las revistas más leídas del país y portada de uno de los diarios más importantes de São Paulo. Seguramente este evento entró en la historia de la organización en Brasil. Como decía el tema de la campaña “Esse é só o começo da mudança”  (“Este es el inicio del cambio”).

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Durante todo o dia de sábado, 29 de Agosto, mais de 400 voluntários de Um Teto para meu Pais invadiram as ruas de São Paulo, a maior cidade brasileira. Foi a primeira grande coleta da organização, que nos ajudou a mostrar o nosso trabalho à sociedade brasileira e aos jovens que participam do projeto, além de convidar todo o mundo a colaborar com a nossa causa.

O evento provou que muitos brasileiros querem um país mais justo. A meta de arrecadação foi superada. Foram levantados R$ 39.000. A verba será utilizada na construção de 10 casas de emergência. que serão utilizados para reconstruir 10 casas de emergência. Esse foi o feliz desfecho da campanha institucional de Um Teto para meu País, que havia sido lançada no dia 1º de Agosto com um grande evento na “Casa das Rosas”, localizada em um dos endereços mais conhecidos da cidade, a Avenida Paulista.

Na ocasião, os voluntários de UTPMP construíram uma casa de emergência no local e organizaram uma emocionante intervenção artística dentro de uma exposição de fotos. Houve também uma projeção de imagens do projeto na rua e um debate.

Nesse dia os voluntários de UTPMP construíram uma casa de emergência no local, além de organizar uma intervenção artística em uma exposição de fotos (que emocionou todos os convidados), uma projeção de imagens do projeto na rua e um debate. “Acho que atingimos muito mais visibilidade agora. Isso faz com que aumente a nossa possibilidade de crescimento em um país que precisa de um trabalho como o nosso”, Larissa Dantas, diretora social de UTPMP.

Além de todas essas atividades, o “Teto” esteve muito presente nos meios de comunicação. A campanha repercutiu em uma das revistas mais lidas do país e foi primeira página de um dos jornais mais importantes de São Paulo. Com certeza, esse evento entrou para a história de nossa ONG no Brasil. Como dizia o lema da campanha, “esse é só o começo da mudança”.


Brasil construye la casa 200 !

Septiembre 17, 2009

En una construcción corporativa, Um Teto para meu País logró la construcción de 200 viviendas de emergencia durante el 12 y 13 de septiembre en conjunto con la empresa Prosegur, 5 viviendas de emergencia  en la comunidad Anita Garibaldi, en Guarulhos (SP). Con esa acción, y el trabajo realizado desde abril de 2007 (primera construcción en Brasil), 200 familias tienen una vivienda más protegida y digna en la que pueden vivir.

“Esta es la tercera vez que hacemos una construcción con Prosegur que demuestra la preocupación de la empresa con la transformación social”, dice Fernanda Lima, diretora comercial del proyecto. “Ellos participarán de uno de los momentos más representativos para el “TeTo” en el país”.
Um Teto para meu País chegou à casa de emergência de número 200. A construção foi realizada durante os dias 12 e 13 de setembro, em conjunto com a empresa Prosegur. Cinco casas foram construídas na comunidade Anita Garibaldi, em Guarulhos (SP). Graças a esse evento e a todo o trabalho realizado no Brasil desde abril de 2007, data em que foi construída a primeira casa, 200 família agora podem contar com um lar mais protegido e digno para viver.

“Esta é a terceira vez que fazemos uma construção com a Prosegur, o que demonstra a preocupação da empresa no que diz respeito à transformação social”, diz Fernanda Lima, diretora comercial do projeto. “Eles participaram de um dos momentos mais representativos para o Teto no nosso país”.


Columna de opinión

Agosto 17, 2009

Caro voluntário,
Vou lhe contar uma história sobre o Tempo. Não se preocupe, serei breve!
Certa vez estive no Peru. Não faz muito tempo…
Entre dias e dias de viagem, milhares de passeios por ruínas de civilizações anteriores a nossa. Desde Tihuanaco até o império Inca, que pereceu após a chegada dos espanhóis. Os europeus dizimaram índios de ponta a ponta do nosso continente e acabaram por impor um modelo de civilização que conhecemos até hoje!

Toda a forma como pensamos e enxergamos o mundo hoje tem suas raízes nos povos europeus que influenciaram quase todos os cantos do planeta. Em especial as Américas.
Mas voltando à minha viagem…

Em uma das cidades que visitei, Ollantaytambo, tive uma epifania. Um daqueles momentos de grande aprendizado, grande iluminação, em questão de segundos. Observava um santuário Inca de uma cidade que, ainda hoje, permanece usando algumas estruturas construídas antes da chegada dos europeus. Os aquedutos, por exemplo…

Esse santuário ficava no alto de um morro e atrás dele havia um vale de tirar o fôlego! O guia explicava que o santuário estava inacabado por causa da invasão dos espanhóis (sempre eles!). Apontava as evidências de que ainda faltavam pedras a serem colocadas no santuário.
Aliás, sugiro que você pesquise um pouco sobre a engenharia dos Incas. Eles eram capazes de construir um muro com pedras gigantescas se encaixando como um enorme quebra-cabeças! Não usavam nada como cimento. Só encaixe! E, acredite ou não, essas obras estão em pé até hoje. Resistindo ao tempo e aos fenômenos da natureza como terremotos, típicos no Peru. Nem mesmo as construções atuais são tão resistentes!

E lá estava eu admirando o tal santuário. Impressionado, boquiaberto, admirado!
O guia mostrou o grande vale atrás do santuário e apontou a pedraria de onde os incas retiravam as pedras para construir não apenas aquele espaço, mas toda a cidade ao redor de onde estávamos. No meio do caminho, entre o santuário e a pedraria, havia um gigantesco bloco de pedra. Arrastado e largado ali.

Sim…Drummond que me perdoe, mas no meio do caminho havia uma pedra!
Não um simples bloco de pedra, um bloco de uns 3m x 3m x 3m! Pesado como o inferno! Cortado como se fosse um dado! E o primeiro espanto é pensar como, no século XV, eles eram capazes de ser tão precisos no corte de uma pedra!

E lá continuei eu. Mirando a pedra distante e ouvindo o guia. Imaginando o momento da chegada dos espanhóis se houve conflito entre nativos e europeus. Pensando, também, em como ‘raios’ os tais incas poderiam subir morro acima com um troço daqueles sem guindastes, caminhões, helicópteros ou qualquer coisa que o valha…
O guia explicava que eles eram capazes de demorar dias, semanas, meses, anos, décadas construindo aquele santuário. Gerações indo e vindo com o objetivo de terminar de construir aquele espaço sagrado…

Foi quando ele proferiu a frase que estalou na minha cabeça: “Um homem daquele tempo era capaz de passar uma vida toda construindo algo que certamente não veria acabado. A noção de tempo deles era diferente da nossa…”

Uau! Vai ser bem resolvido com o Tempo assim lá no Peru!
Depois disso, não consegui parar de pensar em como lidamos com o Tempo hoje em dia. Sim, Tempo com T maiúsculo. Esse mesmo versado por Caetano, filosofado por Heiddeger ou fabulado pelos gregos…

Nos tempos modernos de hoje, lidamos com o Tempo como se ele fosse uma ampulheta das nossas vidas individuais. Uma fina areia que corre e cai de um bulbo de vidro para outro. Cada grãozinho representa uma meta a ser cumprida, um dia a ser vivido, um ano a ser completo. Ou, no bulbo de baixo, uma memória marcante, uma cicatriz incurável, um dia inesquecível…

E dessa forma vivemos todos os dias. Sem pensar que essa forma de ver o mundo é como o ar que respiramos. Está lá, respiramos, mas nunca filosofamos sobre ele…Não é algo visível, palpável.

Entre outras coisas, essa epifania me fez pensar em nosso trabalho voluntário. Trabalho duro! É o dinheiro a ser arrecadado. Favelas a serem visitadas. Coletas e construções agendadas no calendário. Nesse final de semana de construção, pilotis a serem fixados. Pregos fincados na madeira e telhado pronto para uma família ter uma casa, uma vida melhor. Trabalhamos com metas e é normal que seja assim! “Começou, não pára!”, como diria o outro…
E, no horizonte, uma meta difícil de digerir. É Brasil que não acaba mais! Favela atrás de favela. Barracos morro acima e famílias desabrigadas água abaixo…  Assim fica difícil mesmo! Pensar em quanto trabalho teremos pela frente… Mas queria nos dar uma sugestão: Que tal se começássemos a enxergar nosso trabalho como os incas enxergavam aquele santuário sagrado? Que tal se pensássemos no Tempo de uma forma que fosse mais fácil de digerir nossas metas?

Assim como eles pensavam bloco de pedra por bloco de pedra, que tal pensarmos casa a casa, família a família?

Imagine um homem carregando nos ombros um bloco de pedra morro acima pensando que jamais chegaria a desfrutar daquele santuário. Que talvez nem os filhos ou os netos poderiam realizar uma cerimônia religiosa por ali…
Agora imagine que mesmo assim as pedras foram recortadas e levadas até lá! Pedra a pedra! E todas elas se encaixando.

E aquele santuário de Ollantaytambo não foi o único! Há construções como aquela espalhadas por todo o Peru, pelo Chile, pela Bolívia…
Que tal vermos o nosso trabalho como fundamental para as gerações futuras? Que tal tirarmos um pouco do peso de ‘resolver o problema do Brasil’ e pensarmos no Tempo como algo contínuo, que não está cerrado dentro de bulbos de vidro ou marcado pelas batidas de nossos corações?

Para mim funcionou. Deu um alívio!
O problema das favelas no Brasil e na América Latina não é um problema individual, um problema meu. É um problema compartilhado! É nosso!
Continuo trabalhando. Continuo a ter metas, mas faço questão de dividir esse trabalho com meus contemporâneos e com as gerações que estão por vir.
Talvez seja esse o segredo dos Incas. Suas construções, de tão sólidas, resistiram ao Tempo como poucas na História…

Um abraço e boa construção!

Mellinho
Felipe Mello
Voluntario de Formación y Voluntariado
Um teto para meu Pais

mellinho

Texto en español

Estimado voluntario,
Voy a contarte una historia acerca del Tiempo. No te preocupes, ¡seré breve!
Hace poco estuve en Perú…

Entre días y días de viaje, miles de paseos por ruinas de civilizaciones anteriores a la nuestra. Desde Tihuanaco hasta el imperio Inca, que nació después de la llegada de los españoles. Los europeos mataron a muchos indios por todo nuestro continente y acabaron imponiendo un modelo de civilización presente hasta hoy día.
Nuestra forma de pensar y de ver el mundo tiene sus raíces en los pueblos europeos que influyeron casi todos los rincones de nuestro planeta. Sobre todo las Américas.
Pero volvamos a mi viaje…

En una de las ciudades que visité, Ollantaytambo, viví una epifanía. Un momento de gran aprendizaje, gran iluminación, en cuestión de segundos. Observaba un santuario Inca de una ciudad que, hasta hoy día, sigue utilizando algunas de las estructuras construidas antes de la llegada de los europeos. Los acueductos, por ejemplo…
Dicho santuario estaba situado en el alto de un monte y detrás quedaba un valle, ¡de quitar el aliento! El guía nos explicaba que el santuario estaba inacabado por la invasión de los españoles (¡siempre por ellos!). Subrayaba la evidencia de que todavía faltaban piedras por poner en el santuario.

Por cierto, sugiero que busques información sobre la ingeniería de los Incas. Eran capaces de construir una pared con piedras gigantescas, ¡encajándose como un puzzle enorme! No utilizaban cemento. Sólo encaje. Y me creas o no, esas obras siguen de pie hoy día. Resistiendo al Tiempo y a fenómenos naturales como los sismos, frecuentes en Perú. ¡Ni siquiera las construcciones actuales son tan resistentes!
Y allá estaba yo, admirando dicho santuario. ¡Impresionado, boquiabierto, admirado!
El guía nos enseñó el gran valle detrás del santuario y señaló la pedrería de donde los Incas quitaban las piedras para construir no sólo ese espacio, sino toda la ciudad alrededor. A mitad del camino, entre el santuario y la pedrería, estaba un bloque de piedra gigante. Arrastrado y abandonado allí.

Sí. Que me perdone Drummond , ¡pero a mitad del camino había una piedra!
No era un simple bloque de piedra, sino un bloque de 3×3x3m. ¡Pesadísimo! ¡Cortado como si fuera un dado! Y el primer espanto es pensar cómo, en el siglo XV, eran capaces de ser tan precisos en el corte de una piedra.
Y yo seguí mirando la piedra distante y escuchando al guía. Imaginando el momento de la llegada de los españoles, el conflicto entre nativos y europeos. Preguntándome también cómo los Incas podían subir esas piedras por un monte sin grúas, camiones, helicópteros o algo por el estilo…

El guía explicaba que los Incas tardaron días, semanas, meses, años, décadas en construir aquel santuario. Generaciones yendo y viniendo con el único objetivo de terminar de construir aquel espacio sagrado…

Fue cuando pronunció la frase que estalló en mi cabeza : “Un hombre de aquellos tiempos podía pasar toda su vida construyendo algo que seguramente no vería terminado. La noción que tenían del tiempo era distinta de la nuestra…”
Después de eso no logré parar de pensar en nuestra forma de lidiar con el Tiempo. Sí, Tiempo con T mayúscula. Esa misma T versada por Caetano, filosofada por Heiddeger o fabulada por los griegos…

Hoy en día, en los tiempos modernos, lidiamos con el Tiempo como si fuera el reloj de arena de nuestras vidas. Una arena fina que corre y pasa de un bulbo de vidrio a otro. Cada granito representa una meta, un día que vivir, un año que completar. O, en el bulbo de abajo, un recuerdo importante, una cicatriz incurable, un día inolvidable…
Así vivimos a diario. Sin pensar que esa manera de ver el mundo es como el aire que respiramos. Está ahí, respiramos, pero nunca filosofamos sobre ello… No es algo visible, palpable.

Entre otras cosas, esa epifanía me hizo pensar en nuestro trabajo voluntario. ¡Un trabajo duro! Es el dinero que hay que recaudar. Los campamentos que hay que visitar. Colectas y construcciones previstas en el calendario. Durante ese fin de semana de construcción, hay que fijar los palos. Clavos en la madera y techo listo para que una familia tenga una casa, una vida mejor. Trabajamos con metas, ¡y es normal que así sea! “Empezaste, ¡no pares!”, como diría otro…

Y en el horizonte, una meta difícil para digerir. ¡Brasil no acaba nunca! Asentamientos (favelas) tras asentamientos. Chabolas en los montes y familias sin abrigo bajo el agua… ¡Así no es nada fácil! Pensar en la cantidad de trabajo que queda por hacer… Pero quisiera proponer algo : ¿Y si empezáramos a ver nuestro trabajo de la misma manera que los Incas veían aquel santuario sagrado? ¿Y si pensáramos en el Tiempo de tal forma que fuera más fácil digerir nuestras metas?

Al igual que ellos pensaban, bloque de piedra por bloque de piedra, ¿qué les parece si pensamos casa por casa, familia por familia?
Imagínese a un hombre subiendo un monte cargando en los hombros un bloque de piedra y pensado que jamás llegaría a disfrutar de aquel santuario. Pensando que quizás ni sus hijos o nietos podrían realizar una ceremonia religiosa allí…

Ahora imagínese que aún así las piedras fueron recortadas y llevadas hasta allí. ¡Piedra por piedra! Y todas ellas encajándose.

¡Y aquel santuario de Ollantaytambo no fue el único! Hay construcciones como aquella por todo Perú, Chile, Bolivia…

¿Y si viéramos nuestro trabajo como algo esencial para las futuras generaciones? ¿Y si nos quitáramos un poco el peso de “solucionar el problema de Brasil” y pensáramos en el Tiempo como algo continuo, que no está preso dentro de bulbos de vidrio ni marcado por los latidos de nuestros corazones?

Para mí funcionó. ¡Fue un alivio!
El problema de los asentamientos en Brasil y en América Latina no es un problema individual, un problema mío. ¡Es un problema compartido! ¡Es nuestro!
Sigo trabajando. Sigo teniendo retos, pero me parece fundamental compartir ese trabajo con mis contemporáneos y con las generaciones futuras.
Quizás sea ese el secreto de los Incas. Sus construcciones, al ser tan sólidas, resistieron al Tiempo como pocas en la Historia…

Un abrazo y que construyas bien,
Mellinho
Felipe Mello
Voluntario de FormaciÓn y Voluntariado
Um teto para meu Pais

**Traducción: Mariana Solleiro


Tercera etapa de la gira institucional

Agosto 17, 2009

Que la urgencia nos una” fue el lema de la gira que comprendió los 15 países donde Un Techo para mi País está presente. Durante la tercera y última etapa Felipe Berríos S.J, Capellán de Un Techo para mi País, Claudio Castro, Director Social y Catalina Swinburn, Directora de Comunicaciones, recorrieron Argentina, Paraguay, Brasil y Uruguay.

gira

En la primera etapa de la gira, realizada en enero, visitaron Perú, Colombia, México y Ecuador. La segunda se realizó en  marzo recorriendo El Salvador, Guatemala, Nicaragua y Costa Rica.

“Un continente más justo” es la consigna; y los jóvenes voluntarios que participan en Un Techo para mi País a lo largo de todo el continente, hacen un llamado urgente. Aún existen millones de familias viviendo en la periferia de las capitales del continente, enfrentándose a la extrema pobreza, sobreviviendo entre plástico y cartón.

“Hoy en Un Techo Para Mi País se produce una nueva conquista. Ahora es América latina la que nos conquista y no nosotros a ella. En los postergados que habitan los barrios marginales de nuestros países, se muestra el oro que el conquistador de antaño no supo valorar. Nuestro ideal es que a partir del colorido de todas nuestras banderas podamos mostrar el colorido cultural de nuestra América y su rica diversidad, porque que seamos distintos nos enriquece a todos nosotros”, afirmó Felipe Berrios S.J.

Argentina
La tercera etapa comenzó por Buenos Aires, donde, entre otras actividades, se realizó un seminario sobre Responsabilidad Social Universitaria en la Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires, conocieron a algunas familias del asentamiento La Hoya, ubicado en el partido de Malvinas Argentinas y Felipe Berríos tuvo una charla con más de 100 padres de los voluntarios del equipo argentino.

Paraguay
En Asunción, Felipe Berríos también tuvo una charla con padres y voluntarios. El jueves 6 de agosto Claudio Castro, Felipe Berríos y Catalina Swinburn visitaron el asentamiento El Porvenir, ubicado en Lambare.

Brasil
El equipo de Um Teto para meu Pais acompañó a Berríos, Castro y Swinburn a que conozcan la favela Jardim Gardenia, en Guarulhos, donde UTPMP lleva trabajando más de un año con las familias. Además se reunieron con el embajador de Chile en Brasil y empresarios locales.

Uruguay
Para finalizar la gira institucional 2009, visitaron al equipo uruguayo de UTPMP y conocieron a las familias del asentamiento Punta del Indio en Cruz de Carrasco.

Cabe destacar que UTPMP recibe apoyo técnico y financiero del Fondo Multilateral de Inversiones (FOMIN), a través de un programa que contribuye a la consolidación institucional del proyecto en 6 países de la Región. El FOMIN es un fondo autónomo administrado por el Banco Interamericano de Desarrollo (BID), que promueve la expansión de oportunidades y el desarrollo del sector privado en América Latina y el Caribe, como una herramienta sostenible para la inclusión social y la superación de la pobreza.


Nuevas páginas webs !

Agosto 17, 2009

Los equipos de Un Techo para mi País de México y Brasil lanzaron sus nuevas páginas webs. A conocerlas!

UTPMP Brasil

UTPMP México